PARA ASSISTIR: UNBREAKBLE KIMMY SCHIMIDT

Quem ai já assistiu Unbreakeble Kimmy Schimidt? Se ainda não assistiu, corre para a NETFLIX e dá o play, porque essa série é amorzinho demais e é daquelas que te dá vontade de assistir em uma sentada só. Tem 2 temporadas – a terceira já foi confirmada ❤ – é produzida pela Tina Fey – já dá para imaginar que tem comédia gostosa envolvida né? – . A sinopse da série é super diferente, Kimmy foi sequestrada na adolescência e mantida em cativeiro por 15 anos junto com mais 3 mulheres. O sequestrador? Um “falso pastor” de uma seita. Depois de liberta, vai para Nova York tentar a vida. Encontra um apartamento para morar, recomeça sua vida, encontra alguns amigos divertidos, começa a trabalhar para uma socialite meio pirada e vai aprendendo a viver livre. Lendo só a sinopse não parece ser uma série apaixonante né? Mas vai por mim, é! E nesse post cito alguns motivos para você assistir!

– A musiquinha de abertura é uma delícia gente, chicletinho mesmo. A-D-O-R-O.

–  A KIMMY É UM AMOR! Por ter ficado presa durante tantos anos, ela meio que parou no  tempo, se comportando como uma adolescente nos anos 90 e é hilário vê-la redescobrir o mundo e se adaptar às novidades. Ela é super inocente e um tanto quanto infantil, mas ô mulher para ter sacadas maravilhosas! Kimmy tem um lado super empoderador e o melhor, empodera muito a sua chefe, Jacqueline Voorhes. Dá vontade de abraçar ❤

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– Tem várias referências da cultura pop da década de 80/90  -adoro séries que fazem essas referências-.

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– Os looks da Kimmy são mega coloridos e divertidos, dá para se inspirar bem na tabela de cores e pirar nas combinações.

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– Tem o Titus! O rommate falido da Kimmy, ator que sonha com um lugar na Brodway e super performático. Não tem como não amar, morro  de rir com o jeito ácido e debochado dele. Um dos melhores personagens ❤

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– A comédia da série é o que mais me apaixonou. Não é aquela comédia clichê, só besteirol sabe? Tem várias críticas super bem colocadas e assuntos que você não imaginaria ver em uma comédia. Piada que alfineta o sistema, que crítica o oprimido e não o opressor…

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É BEEEM FEMINISTA. Kimmy GIRL POWER! ❤

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Enfim, vou parar por aqui, se não acabo dando spoilers hahah Mas vale a pena demais assistir, é uma série delicinha e apaixonante! Os episódios são curtinhos, dá para fazer maratona tranquilo! Ainda não se convenceu? Assisti o trailer da série:

Depois me conta o que achou e me indica uma série gostosinha ai nos comentários!

Beijocas 🙂

 

DESEJO FASHION: MULE SEM SALTO

É oficial, estou apaixonada pelo danado do mule sem salto ou flat mule ou mule loafer, como preferir. O danadinho foi inspirado nos sapatos babouche, tradicionais no Marrocos e ganhou inúmeras versões nas passarelas mundo afora. Quem ai lembra da loja de sapatos no souk que Carrie Bradshaw visita em Sex and the city 2? – “Uai mas elas não estavam em Abu Dhabi?” Algumas cenas foram gravadas em Marrocos e a do “mercado” é uma delas  🙂 -. Então, aqueles “tamancos” sem salto, pendurados na loja do souk são os famosos babouches, esses aqui ó:

Super coloridos e lindos né? Sex and the city também é cultura minha gente! E a vontade de ter um sapatinho desses direto do Marrocos? Já está na listinha de lugares para visitar um dia ❤

Dos babouches surgiram os mules sem salto de diversos tipos e o que mais tenho visto por aí, são os no estilo mocassim. Mule + mocassim, como não apaixonar? Esse sapato é daqueles que ou você ama ou odeia, não tem meio termo. Eu jogo no time de quem  ama, então, separei alguns modelos que têm feito meu olhinho brilhar:

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Imagens só para inspirar, porque nenhum desses tem por aqui e os da GUCCI ficam só no sonho mesmo. Já temos alguns modelitos por aqui, nenhum de oncinha, mas fica dica para alguma marca lançar. ONCINHA É VIDA!

Pode me julgar, achei lindo demais e já imaginei VÁRIOS looks com esse sapato. Eu e a mania de me apaixonar pelas coisas e já sair fazendo mil e uma combinações, sem nem ter o dito cujo de fato hahaha. Vi várias lojas que aderiram o “flat mule” para a coleção de verão e tô querendo MUITO um metalizado dourado – porque dourado combina com tudo, pelo menos para mim-. E ó, esse é um daqueles sapatos que cai bem em vários looks: com saia, calça, pantacourt, vestido, acrescente aqui o item que você desejar. Sem contar que o bichinho parece ser super confortável.

Ficou na dúvida de como o mule sem salto fica numa produção?  Separei alguns looks para você ver:

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AI MINHA DEUSA DOS FANIQUITOS FASHION, tô apaixonada! Há quem ache esquisito, para mim virou peça coringa. E você, usa ou passa? Me conta ai nos comentários…

Beijocas da pessoinha que gosta de coisas “esquisitas” sim! 😛

CANAIS CULINÁRIOS PARA CONHECER + RECEITA DE APPLE CRUMBLE

O tema do post de hoje é: CULINÁRIA. Adoro cozinhar – principalmente doces -, eu e o boy sempre fazemos alguma receita no final de semana e têm alguns canais do youtube que nos ajudam bastante nessa missão. Nesse post, mostro 4 canais culinários que adoro, para te animar a se jogar de vez na cozinha! Vem ver:

1- ANA MARIA BROGUI

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O canal já tem bastante tempo, é feito pelo Caio que sempre posta receitas deliciosas e práticas. Ele também ensina  a fazer várias comidinhas famosas em casa, tipo os lanches do Mc Donalds, onion rings do Outback, entre outros “inspireds”. É bem didático e fácil de acompanhar, às vezes até acho prolixo demais, com todos os detalhezinhos, mas isso ajuda bastante para quem está começando agora a se arriscar em novas receitas.

Receitas que amo: TWIX GIGANTE e MAC’N CHEESE

2- TASTEMADE BRASIL

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O canal funciona como um complemento do site – www.tastemade.com.br -, inclusive têm receitas do site que não estão no canal, então, vale a pena olhar os dois. O tastemade mistura algumas receitas mais “sofisticadas”, outras mais simples e tem uma diversidade INCRÍVEL. De um jantar mais sofisticado até um lanchinho básico, com certeza você encontra algo para fazer por lá. No canal tem uma tag super bacana chamada COMIDA DE SÉRIE, que tem receitas inspiradas nas séries e vai desde waffles da Eleven em Stranger Things até torta de nozes de True Blood.

ps: tem cada receita de doce MARAVILHOSA ❤

Receitas que quero fazer – tem muitas, mas vai uma só -: Mil folhas com massa de pastel  

3- DUPLA GOURMET

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Um canal do amor, com vídeos curtos, super práticos e receitas gostosas. Tem receitas salgadas, mas para mim o ponto forte são as doces, tem MUITA receita bacana e fácil de fazer. Mesmo os vídeos sendo curtos, a explicação das receitas não deixa a desejar. Dá para entender e colocar logo na prática.

Receitas que amo: Pavê de galack e brigadeiro de kinder bueno

4- DULCE DELIGHT BRASIL

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O canal mais lindo que eu já vi. Pensa numa produção maravilinda, é a desse canal. Inclusive, ele ganhou um programa no GNT o “Rainha da Cocada”. O canal é voltado para confeitaria e além de ser lindo, é super didático. A Raiza Costa não só ensina como fazer, ela também explica as técnicas e a história por trás dos ingredientes. É cheio de informação bacana! Fico querendo fazer todas as receitas e desejando a cozinha dela para mim.  Vale a pena se inscrever e mergulhar nas gostosuras do canal.

Receitas que quero fazer: Brigadeiro frito e bomba de chocolate

Corre lá e se inscreve nesses canais, com certeza vai render muita comida boa por ai. Mas pera aí que esse post ainda não acabou…

– BÔNUS: RECEITA APPLE CRUMBLE –

Há um tempo me deparei com o canal do chef Gordon Ramsay, procurei alguma receita para fazer e achei o Apple Crumble. Pensa numa receita fácil, rápida e super gostosa, é essa! Apple crumble nada mais é do que uma torta de maçã desconstruída e gostosa DEMAAIS! Então, vai aqui a receitinha:

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Fica assim ó:

É viciante de tão gostoso gente. A crostinha  é uma delícia e cai bem em outras receitas também, já fiz um bolo de banana e coloquei ela por cima, ficou de lamber os beiços. Ah, dá para mudar a maçã na receita por banana ou pera e até misturar. Ai, esse post me deu é  fome viu?

E você, já assistiu algum dos canais que indiquei? Já experimentou Apple Crumble? Me conta ai nos comentários e me passa os canais que você segue ou aquela receitinha gostosa! 🙂

xsutszh

WISHLIST LITERÁRIA: 6 LIVROS QUE QUERO MUITO

Mais um post, é isso mesmo produção? SIMMM! O tema para hoje do United Week é fazer um post relacionado a livros e como minha listinha de desejos nessa área anda roubando a cena, decidi fazer uma wishlist literária. E ó, foi difícil selecionar só 6 viu? Atualmente minha listinha de desejo na Amazon tem exatos 169 livros que quero – para quem não sabe o que me dar de natal, fica a dica hahah -. Então, vem ver os 6 que entram como “urgentes” nessa lista:

1- A FELICIDADE PARADOXAL. ENSAIO SOBRE A SOCIEDADE DO HIPERCONSUMO – GILLES LIPOVETSKY

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Gosto muito desses livros mais densos que abordam o comportamento da sociedade e esse me deixou com a pulguinha atrás da orelha para lê-lo. A necessidade desenfreada por consumir é um assunto que me interessa muito e esse livro com certeza trará boas reflexões.

Sinopse: Numa sociedade em que a melhoria contínua das condições de vida materiais praticamente ascendeu ao estatuto de religião, viver melhor tornou-se uma paixão colectiva, o objectivo supremo das sociedades democráticas, um ideal nunca por demais exaltado. Entramos assim numa nova fase do capitalismo: a sociedade do hiperconsumo. Eis que nasce um terceiro tipo de Homo consumericus, voraz, móvel, flexível, liberto da antiga culturas de classe, imprevisível nos seus gostos e nas suas compras e sedento de experiências emocionais e de (mais) bem-estar, de marcas, de autenticidade, de imediatidade, de comunicação. Tudo se passa como se, doravante, o consumo funcionasse como um império sem tempos mortos cujos contornos são infinitos. Mas estes prazeres privados originam uma felicidade paradoxal: nunca o indivíduo contemporâneo atingiu um tal grau de abandono.

2- HISTÓRIAS E CONVERSAS DE MULHER- MARY DEL PRIORE

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Livros que abordem de alguma forma coisas relacionadas a mulher ganham meu coração de mais e minha listinha é recheada deles.  Mary Del Priore é uma historiadora incrível e nesse livro ela aborda a evolução das mulheres brasileiras, do Brasil Colônia aos dias atuais.

Sinopse: Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim criar um corpo mais voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI… mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar- -se, ir à praia de biquíni, ocupar cargos de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas. Este livro instigante revela como evoluiu e revolucionou a vida das brasileiras, dos tempos da colônia portuguesa aos dias atuais.

3- HISTÓRIA DA INDUMENTÁRIA DA MODA- BRONWYN COSGRAVE

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AMO história da indumentária, uma das matérias que mais me encantou na faculdade e um assunto muito importante para quem quer refletir sobre como os comportamentos das épocas influenciam na moda. QUERO MUITO ESSE LIVRO ❤

Sinopse: A indumentária de cada cultura é um reflexo dos valores de cada sociedade em sua época. Por funcionalidade, ostentação ou pura questão estética, o vestuário sempre serviu para comunicar o que, para a autora, é o verdadeiro significado da moda: a manifestação da personalidade de cada indivíduo.
Com base em uma extensa pesquisa histórica, História da indumentária e da moda apresenta a indumentária e a evolução da moda desde os povos da Antiguidade aos grandes estilistas do século XX e à indústria das marcas internacionais. Cada capítulo é ricamente ilustrado e aborda a indumentária e os costumes das culturas e períodos históricos mais representativos através de seu contexto histórico e do papel da mulher na sociedade em questão e descreve o vestuário de homens e mulheres e os tecidos utilizados, além de chapéus, acessórios de cabeça, penteados, maquiagem, perfumes e demais cuidados pessoais.

4- VAGINA. UMA BIOGRAFIA – NAOMI WOLF

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Quero muito ler esse livro, adoro pesquisar sobre a sexualidade das mulheres e desbravar mais e mais um assunto que foi tabu durante muitos anos.

Sinopse: Este novo e polêmico livro de Naomi Wolf, autora do best-seller O mito da beleza, é um trabalho surpreendente de ciência e história cultural que reformula radicalmente a forma pela qual entendemos a vagina e, consequentemente, como entendemos as mulheres, seu desejo sexual e sua criatividade. Ela defende a ideia corajosa, firmada em descobertas científicas, de que o órgão sexual das mulheres não é meramente carne, mas um componente intrínseco do cérebro feminino – e assim tem uma conexão fundamental com a consciência feminina em si.

5- MULHERES, RAÇA E CLASSE – ANGELA DAVIS

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Tenho procurado me inteirar cada vez mais sobre o feminismo negro e entender mais sobre o feminismo interseccional que é a vertente em que eu mais me encaixo. Angela Davis é uma mulher sensacional e de extrema importância para o feminismo negro e os movimentos pelos direitos civis da população negra nos Estados Unidos.

Sinopse: Mais importante obra de Angela Davis, “Mulheres, raça e classe” traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe. A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida é indispensável para a compreensão da realidade do nosso país, pois reforça a práxis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobservância do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagnósticos mais precisos sobre desigualdade, discriminação, pobreza, entre outras variáveis. Grande parte da nossa tradição teórica e política (Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para ficarmos em poucos exemplos) insiste em confinar as questões aqui tratadas por Davis na esfera privada, como se apenas desta proviesse sua solução. A iniciativa da Boitempo de traduzir esta obra, ainda não publicada no Brasil, desponta como uma inestimável contribuição para disseminar as ideias imprescindíveis de Angela Davis (sabemos o quanto ela vem sendo estudada e difundida pelo feminismo negro e por setores da academia) e oferecer, assim, angulações e perspectivas pouco ou nada exploradas pelos empreendimentos voltados à compreensão da nossa intrincada realidade. Como aconselha Bobbio, para não sermos induzidos a crer que a história, a cada ciclo, recomeça do zero, é preciso ter paciência e saber escutar as lições dos clássicos. Em tempos sombrios, esse conselho soa como urgência política.

6- AS BOAS MULHERES DA CHINA – XUE XINRAN

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Já me indicaram esse livro muitas vezes e eu estou louca para ler. É um livro que aborda vários temas considerados tabus e mostra a vivência das mulheres na China. Parece ser bem intenso.

Sinopse: Entre 1989 e 1997, a jornalista Xinran entrevistou mulheres de diferentes idades e condições sociais, a fim de compreender a condição feminina na China moderna. Seu programa de rádio, Palavras na brisa noturna , discutia questões sobre as quais poucos ousavam falar, como vida íntima, violência familiar, opressão e homossexualismo.De forma cautelosa e paciente, Xinran colheu inúmeros relatos de mulheres em que predomina a memória da humilhação e do abandono: estupros, casamentos forçados, desilusões amorosas, miséria e preconceito.São histórias como as de Hongxue, que descobriu o afeto ao ser acariciada não por mãos humanas, mas pelas patas de uma mosca; de Hua’er, violentada em nome da “reeducação” promovida pela Revolução Cultural; da catadora de lixo que impôs a si mesma um ostracismo voluntário para não envergonhar o filho, um político bem-sucedido; ou ainda a de uma menina que perdeu a razão em conseqüência de uma humilhação intensa.Quando Xinran começou suas entrevistas, o peso de tradições antigas e as décadas de totalitarismo político e repressão sexual tornavam muito difícil o acesso à intimidade da mulher chinesa. Desde 1949, a mídia chinesa funcionava como porta-voz do regime comunista. Rádio, televisão e jornais estatais eram a única fonte de informação, e a comunicação com pessoas no exterior era rara.Em 1983, o presidente Deng Xiao Ping iniciou um lento processo de abertura da China. Alguns jornalistas começaram a promover mudanças sutis na maneira como apresentavam as notícias. O programa apresentado por Xinran era um dos poucos espaços em que as pessoas podiam desabafar e falar de seus problemas pessoais. Nos relatos do livro, a autora possibilita a vozes antes silenciadas revelar provações, medos e uma capacidade de resistência que as permitiu se reerguer e sonhar em meio ao sofrimento extremo. Em condições extremas de vida, como a dos campos de reeducação da Revolução Cultural, afloram sentimentos de maternidade, compaixão e amor. O olhar objetivo de Xinran dá ao tema um tratamento firme e delicado, trazendo à tona as esperanças e os desejos escondidos nessas difíceis vidas secretas.

Quais livros estão na sua wishlist? 🙂

Beijocas e amanhã tem mais post ❤

xsutszh

4 MULHERES BRASILEIRAS QUE VOCÊ PRECISA CONHECER

Oi poderosx, tudo bem? Estou participando de uma blogagem coletiva – posts todos os dias durante essa semana – e o primeiro post era para ter saído ontem, mas a atrasadinha aqui só conseguiu fazer hoje. Então, bora lá…

O tema sugerido foi Universo Feminino e como o blog é voltado para o feminismo, nada mais justo do que trazer o assunto para esse lado. Afinal, o tal “Universo Feminino” é bem amplo e o mais importante para mim é ficarmos a par da história das mulheres e da luta que foi para hoje termos o que nós mulheres temos. Decidi então que no post de hoje vou mostrar 4 mulheres brasileiras, que provavelmente não foram citadas devidamente na sua aula de história mas que você precisa conhecer:

MARIA FELIPA DE OLIVEIRA

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Negra, pobre, uma das figuras mais importantes na luta pela  Independência da Bahia do domínio português. “Trabalhadora braçal, pescadora e marisqueira, a negra liderou outras mulheres negras, índios tupinambás e tapuias em batalhas contra os portugueses que atacavam a Ilha de Itaparica, a partir de 1822. Maria Felipa atuou na guerra como enfermeira e como uma eficiente informante, mas ganhou fama no episódio em que liderou um grupo de 40 outras corajosas mulheres contra soldados portugueses. Segundo historiadores, elas avistaram a esquadra de 42 embarcações lusitanas ancoradas nas imediações da Ilha de Itaparica aguardando a ordem para invadir Salvador e reprimir as ações pela independência baiana”.

“Algumas dessas guerreiras baianas, então, se aproximaram dos dois vigias da esquadra – Araújo Mendes e Guimarães das Uvas – e dotadas de encantos, os seduziram. Certos de que teriam alguns momentos de prazer, eles as levaram para um local mais distante e baixaram a guarda. Já nus, foram surpreendidos com uma surra de galhos de cansanção (planta que provoca uma grande sensação de queimadura ao tocar a pele). Logo após renderem os guardas, o grupo de mulheres lideradas por Maria Felipa ateou fogo em todas as embarcações portuguesas, o que enfraqueceu consideravelmente as tropas e as pretensões portuguesas de invadir Itaparica”. Maria Felipa foi uma mulher forte, corajosa e não deixou que o patriarcado e o racismo a impedissem de libertar seu poder e lutar por aquilo que acreditava, ela também nos mostra como a história é muito boa em apagar as mulheres. Você já tinha ouvido falar da Maria Felipa?

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2013/07/01/mulheres-da-independencia

NÍSIA FLORESTA

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Nordestina do Rio Grande do Norte, Nísia nasceu em 12 de outubro de 1810 e foi uma mulher SUPER a frente do seu tempo. Atuou como jornalista, tradutora, educadora, escritora e poetisa. Foi abolicionista, republicana, uma das primeiras mulheres brasileiras a viver de seu próprio trabalho e uma das pioneiras do feminismo em terras tupiniquins. Publicou uma série de artigos sobre as condições femininas em diversas culturas no jornal pernambucano, Espelho das Brasileiras. Em 1832 seu primeiro livro, Direitos das Mulheres e injustiça dos homens, foi o primeiro a ser publicado no Brasil abordando os direitos das mulheres à educação e ao trabalho. Mais tarde morando no Rio de Janeiro fundou o Colégio Augusto, um colégio só para meninas, revolucionando a educação feminina.

Nísia sabia que a educação era e é a chave para a libertação e desenvolveu um sistema de ensino que não prendia às meninas ao esteriótipo de mulher da época. A educação era a principal forma de se ensinar a emancipação para as mulheres e Nísia sabia que isso só aconteceria quando as mulheres pudessem frequentar escolas como os homens podiam. Nísia foi uma mulher de extrema importância na história Brasileira e na história do feminismo, publicou diversos outros livros e artigos – vale a pena procurar sobre – e contribuiu de forma sem igual para qubrar os tabus da educação feminina. Foi uma mulher com ideais avançados, que não teve medo de questionar o sistema patriarcal e lutar pela emancipação feminina, o direito ao estudo e o direito de sermos consideradas seres humanos dignos de respeito.

Fonte: Livro Mulheres Sob Todas as Luzes

BERTHA LUTZ

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Nascida em 1894, paulista, bióloga, pioneira no funcionalismo público e uma das principais articuladoras  da luta pelo sufrágio feminino no Brasil. Bertha fundou em 1922 a Federação Brasileira para o progresso feminino, onde lutou pelo direito ao voto feminino e igualdade de direitos políticos. Participou do comitê responsável por elaborar a Constituição de 1934 que garantiu às mulheres o direito ao voto. Mais uma mulher importantíssima para a nossa história e que precisamos conhecer. Afinal, se não fossem por mulheres como Bertha nosso direito ao voto demoraria anos e anos para chegar, se é que chegaria. O direito ao voto foi uma conquista importantíssima para mulher, um marco histórico que é pouco debatido nas aulas de história.

PAGU

pagu

Patrícia Rehder Galvão, nascida em 1910, foi uma mulher plural e anos luz à frente do seu tempo. Sua vida foi repleta de polêmicas, ideais e muita conturbação. Foi a primeira mulher a ser presa por motivos políticos no Brasil, ao todo foi presa 23 vezes, prova de que mesmo com a repressão política, Pagu não se deixava calar e lutava pelo seu ideal de vida. Participou do movimento antropofágico,  contribuiu para diversos jornais, era feminista, revolucionária, uma mulher forte e sem papas na língua. Não ligava para opinião dos outros, preocupava- se apenas em ser Pagu, com seu jeito ousado e libertário que chocava muita gente. Uma de suas obras mais importantes é o livro Parque Industrial, o primeiro livro a abordar como tema a industrialização em São Paulo e o papel da mulher nesse contexto. “Militante, intelectual, feminista, filha, mãe, mulher, amante, amiga, inimiga, política, romântica, doce pimenta, gim tônica com limão, flor e espinho. Irreverente, desbocada, lírica e expressiva” (livro Croquis de Pagu, p.6). Foi uma “mulher inteligente, independente, audaciosa, insubordinada, num Brasil ainda pouco modernista para tão imensa oferta” (livro Paixão Pagu p. 23). Vale super a pena conhecer um pouco mais da história de Pagu e para quem quiser, tem esse post aqui: Pagu, a musa antropofágica.

Uma das frases que mais gosto de Pagu: “O crime sagrado de ser divergente, nós o cometeremos sempre” ❤

Selecionei só 4 mas s história brasileira é repleta de mulheres fortes em suas tramas e é uma pena que elas sejam pouco citadas. Precisamos redescobrir as mulheres na história, há tempos tenho pensado em criar a tag “Mulheres Empoderadas” para eu poder conhecer ainda mais mulheres maravilhosas e de quebra trazer um conteúdo bacana para o blog. Acho que agora sai de verdade… ❤

Que tal prestarmos mais atenção nos feitos das mulheres?

Beijocas 🙂

xsutszh

NEM TODA MENINA QUER SER PRINCESA

Mês passado saiu uma notícia sobre uma tal “Escola de Princesas” de Uberlândia, com duas sedes em Minas Gerais e que agora está expandindo para São Paulo. Desde que vi essa notícia, venho tentando digerir o assunto e como quase tudo para mim acaba em texto, não tinha como deixar isso passar em branco aqui no blog. Então, vamos lá… Um dos slogans da escola é: “EDUCAÇÃO PARA A VIDA REAL”. Porque né, a realeza é algo bem do nosso cotidiano mesmo, princesas estão sempre por aí, lindas, sorridentes e cantarolando como nos filmes da Disney. Fiquei pensando nisso e  por de baixo desse discurso de “princesa”, a escola molda meninas para serem submissas e a se encaixarem num padrão impossível de mulherzinha perfeita: doce, singela, calma, bela, recatada e do lar. Um robozinho. Nem todas as mulheres e meninas são iguais né? Ser doce, singela, calma, bela, recatada e do lar, deveriam ser escolhas de cada uma, não algo imposto como “mulher é assim”!

princess

Entrei no site da escola para ver o tamanho do absurdo que se tratava e gente, é bizarrice atrás de outra. UMA DAS COISAS QUE MAIS ME CHOCOU FOI A SEGUINTE FRASE:

“O passo mais importante na vida de uma mulher, sem dúvida nenhuma, é o matrimônio. NEM MESMO A REALIZAÇÃO PROFISSIONAL supera as expectativas do sonho de um bom casamento. Enfim, a ideia do ‘felizes para sempre’ é o sonho de toda princesa”.

SOCORROOOO, voltamos à 1950? Você têm noção do que é ensinar para uma menina que o casamento é mais importante do que a realização profissional? É tipo voltar no tempo mesmo. “Queridinha, sua função nesse mundo é casar e cuidar de casa, apenas. Ah, e tem que agir como uma princesa também, afinal nós mulheres somos doces e delicadas como uma flor, sempre!”. VOCÊ TEM NOÇÃO DO QUE ISSO PODE GERAR NA VIDA DESSAS MENINAS? O trauma que isso pode gerar quando elas crescerem e descobrirem que o mundo não é assim? Que não, princesas não existem. E que não, elas não serão calmas e doces o tempo todo!

As bizarrices não param por aí, a grade do curso de princesas é repletas de aulas IMPORTANTÍSSIMAS  para as pequenas. Algumas delas são

– O sonho de toda princesa (DESTINO).

No site não explica muito bem qual seria esse SONHO de TODA princesa – adoro quando enfiam todo mundo na mesma caixinha, coitada das princesas, não podem nem querer ter sonhos diferentes, tipo viajar o mundo sozinha – mas imagino que seja algo beeeem década passada mesmo, do tipo: ter um belo lar, um bom marido e constituir uma família sólida. HELLO, ESTAMOS NO SÉCULO XXI! Dar aula de equidade entre os gêneros vocês não querem né?

– Boas maneiras e etiquetas.

É REAL, VOLTAMOS À 1930. Cadê a escola de príncipes? Ah é, meninos não precisam ter boas maneiras, sua tolinha!

– A importância da aparência pessoal.

Você tem noção do que é ensinar para essas meninas que elas são apenas uns rostinhos bonitos? A grade tem aulas de maquiagem e cuidados com o corpo. E se alguma princesa não gostar de maquiagem? Coitada das princesas, têm que manter o lar impecável, ser uma boa esposa, não ser respondona e mal educada e lembre-se de manter uma boa aparência, estar bem maquiada e bem vestida SEMPRE. Triste viu?

– PRENDAS DE PRINCESA (corte e costura, culinária básica, lavanderia, primeiros socorros, etc).

Fico imaginando o seguinte diálogo:  “Mas tia, eu não gosto dessas coisas, quero brincar de lego” / “Não meu amor, princesas não fazem isso, princesas cuidam do seu jardim à espera de que um bom príncipe apareça”. Cadê PRENDAS DE PRÍNCIPE? Ah, esqueci que esse tipo de coisa não é pra homem, o príncipe é o provedor do lar. O trabalho duro fica com a princesinha. E ó, sem reclamar viu? Porque princesa não reclama.

– À ESPERA DO PRÍNCIPE (COMO SE GUARDAR).

GENTE! Virgindade voltou a definir se uma mulher é para casar ou não? Agora fica aqui o meu questionamento: ensinar aos meninos a respeitar a vontade das princesas, a entender que um NÃO é NÃO, ninguém quer né? É muito mais fácil calar a voz de meninas pequenas e inocentes, colocando-as num mundo de fantasia cor de rosa, ensinando que elas só precisam ser doces e esperar pelo príncipe encantado. Agora me fala se uma menina que estuda numa escola dessa vai ter algum empoderamento? Vai ter alguma voz ativa quando o príncipe desrespeitá-la? E se ela não achar um príncipe quando crescer, se ela quiser namorar outra princesa? Já pensou em todas as consequências que uma escola que quer transformar TODAS as meninas em princesas – princesinhas do patriarcado, esse deveria ser o nome da escola – pode trazer?

Um outro slogan da escola é “Todo sonho de menina é tornar-se uma princesa”. A REAL é que nem toda menina quer ser princesa. E em pleno século XXI não deveriam existir escolas pregando o retorno da “moral e bom costumes” do século passado. Seria MUITO mais produtivo criar um escola que EMPODERASSE meninas, que ensinasse que elas podem ser o que quiserem. Uma escola que pregasse que não, ela não deve ser fofa e sorridente sempre e que seu destino não é esperar pelo príncipe encantado e torcer por um bom casamento. Deveriam ensinar que elas são donas do próprio destino e escolhem o que querem fazer da vida: ser mãe ou não, casar ou não, trabalhar fora ou não, ser dona de casa ou não… E acima de tudo ensinar que não existem coisas de menina e coisas de menino, que os moçoilos podem e devem ajudar na casa, lavar, passar, cuidar dos filhos.

Me entristece muito me deparar com esse tipo de coisa e me entristece ainda mais, saber que têm meninas que realmente acreditam que têm que ser princesas e só. A carga da sociedade em cima das meninas para serem bem comportadas, cor de rosa e cheias de fru-fru é ENORME e prejudica demais o crescimento saudável das nossas pequenas. Limitar uma menina é uma das piores coisas que a sociedade pode fazer. “VOCÊ NASCEU PARA SER ISSO E PONTO”. Enquanto as meninas aprendem a serem princesas, os meninos aprendem que quem manda são eles, que eles podem fazer tudo porque são meninos, que é dever da princesa manter o castelo limpo, bem arrumado e cozinhar sempre para o seu amado. Afinal, o matrimônio é a coisa mais importante da vida de uma princesa, então, quando consegui-lo, elas tem que agarrar com forças e dentes essa oportunidade de OURO. Ensinam os meninos a serem donos do mundo e das princesas, enquanto às meninas resta se acomodar com um sonho inventado por uma sociedade machista de ser apenas uma princesa, doce e cor de rosa.

São anos e anos de luta pelo direito das mulheres, para aparecer uma escola dessas e ensinar isso? Não precisamos de princesas dóceis e pré-moldadas, precisamos de meninas que enxerguem seu valor, batam no peito e gritem bem alto: POSSO SER O QUE EU QUISER!

E ainda tem gente que pergunta porque o feminismo existe…

KIPLING, LINHA EVERYDAY E LOOKS DO AMÔ

Quem adora as bolsas da Kipling? Levanta a mão!

uhu-uhu

|o| \o/ |o| – Você sabia que o nome da marca foi inspirado no nome do autor do “Livro da Selva”, Rudyard Kipling  e no comportamento irreverente dos macacos da história? Daí surgiu toda a macacada colorida e divertida da Kipling. ❤

Quem ai nunca teve um crush com um dos macaquinhos fofos da marca? Pois bem, eu ADORO a Kipling, já tive vários crushes com ela e no post de hoje vou contar um pouquinho da minha relação com a marca e apresentar uma das linhas para vocês: a EVERYDAY. Então, pega na mão do Aristides e vem ler esse post do amô…

prazeraristides

Acredito que todo mundo já tenha ouvido falar da marca e se você cresceu nos anos 2000, COM CERTEZA sonhava em ter um macaquinho na mochila e um daqueles estojos MARA, com espaço para TUDO, inclusive para aquele gloss fofo em formato de morango – pera que bateu uma nostalgia aqui hahah -. Quem não queria uma mochila colorida e toda descolada para arrasar na escola? Eu tive a oportunidade de ter duas, uma na oitava série e outra no segundo ano do ensino médio e ó, recomendo a experiência!

curiosidadekipling

Tudo começou quando 2 mochilas seguidas não aguentaram o tranco, arrebentaram com poucas semanas de uso e minha mãe teve a excelente ideia de comprar uma Kipling – thanks mamis -. Até então, eu só fantasiava com as coisas da marca e foi ótimo conhecê-la de pertinho, porque não é só de cores e macaquinhos fofos que se faz uma Kipling viu? A qualidade da marca é sem igual! É super RESISTENTE, sem contar as inúmeras divisórias que salvam a vida na hora de organizar tudo e tem porta-chaves minha gente, nada de ficar parada na porta de casa procurando a dita cuja, ela vai estar lá, num lugarzinho todo especial.

Além desses pontos que citei, as minhas mochilas, ambas do mesmo modelo – sim, a loka aqui cisma com as coisas – têm um corretor de postura. É ou não é para amar? Salvaram minha vida com espaço de sobra para os trocentos materiais escolares e de quebra, minha coluna agradece pela preocupação da marca com o conforto do cliente – ❤ -. Já se passaram uns booooons anos e elas ainda estão aqui, firmes e fortes, prontas para encarar o que vier!

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Depois disso, passei a ser #teamkipling, mas nunca tive outras oportunidades de ampliar meu leque de produtos – deixa eu te contar um sonho: ter uma coleção de macaquinhos, pronto falei! -. Daí a Kipling se tornou um “amor platônico”, sempre acompanho as novidades, tenho uma wishlist do amor continuo aqui querendo vááários produtos da marca…

Para mim, os acessórios, assim como as roupas, ajudam a contar nossas histórias, mostram nossa personalidade e guardam lembranças. Sei que os produtos Kipling duram e duram MUITO, logo, vão estar presentes em muitos momentos da minha vida. Por essas e outras, que a marca tem um lugar reservado no meu coraçãozinho. E é por isso também, que quando soube do concurso para ser Correspondente Kipling, fiquei toda animada. Não poderia deixar passar uma oportunidade como essa, falar de uma marca que admiro e de quebra apresentar para vocês a linha que mais me identifico:everydayAtualmente a Kipling se divide em 4 ocasiões de uso: WORK, EVERYDAY, TRAVEL E SHOES. Todas cheias de maravilhosidade, com o DNA da marca,  mas a que arrebata meu coração é a linha EVERYDAY. Vocês já devem ter reparado por aqui, que meus looks quase nunca são acompanhados de bolsa né? Sabe por que? Tenho uma super dificuldade de achar bolsas que combinem com os meus looks e se encaixem em várias ocasiões. MAAAAS, a linha EVERYDAY resolve TODOS esses problemas! As bolsas são coloridas – amo -, divertidas, tem aquela pegada fashion – inclua a resistência aqui também – e tem modelos para TODOS OS DIAS, literalmente. Acho que a linha poderia muito bem chamar EVERYLIFE, porque além de servir para várias ocasiões, ela vai durar a vida toda mesmo…

dicadoaristidesPara mostrar um pouco mais da linha, escolhi meus 5 modelos favoritos para usar em ocasiões distintas e mostrar que as bolsas são para todos os dias mesmo! Segura na mão do Aristides de novo e segue o baile:

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Comecei a fazer pós-graduação recentemente – depois falo mais sobre – e a bolsa ideal para meus sábados de pós é a NEW SHOPER S GOLDEN ROD. Além de ser numa cor que eu amo – dourado é vida e a coleção GOLDEN está um arraso – ela é SUPER espaçosa, cabe tudo que preciso: carteira, caderno, estojo, agenda, necessáire, guarda-chuva… Tem a opção mara de poder trocar de alça – versatilidade meus amores – e os compartimentos maragold da Kipling, para organizar tudinho e não perder nada de vista.

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barzinholook4ADORO reunir com a galera num barzinho e a bolsa que dá match nessa ocasião é a MELGO AMARELO NEON. As mini bolsas fazem parte da linha EVERYDAY e são um xodó, EU AMO COISAS MINI GENTE! E a MELGO é excelente para essa ocasião, só levo o básico: carteira, celular e batom. Mas não pense que só por ser pequena ela não tem compartimentos do amô, tem sim, dois! O normal da bolsa, que fecha com zíper e um sem fecho, ótimo para deixar o celular. Acho o tamanho mini ideal para barzinho, balada, etc. Dá para curtir com mais liberdade.

ps: Tô apaixonada por essa cor, dá para fazer altas combinações.

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Às vezes tenho algumas “reuniões” de trabalho para definir temas de editorial, ajustar referências e a AMIEL é a bolsa perfeita! Ela é uma clássico da Kipling e além de toda lindeza cabe tudo que preciso num dia desses. É uma bolsa de mão beeem espaçosa e ainda tem uma alça que transforma a bolsa em transversal também – ó a versatilidade mais uma vez ai-. Tem os compartimentos queridinhos, porta-chaves e um bolsinho do lado de fora, para deixar as coisas que precisamos sempre a mão. Amiel é amor demais. ❤

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Se tem uma coisa que eu amo nessa vida, essa coisa se chama: tomar um cafézinho, com os migos então… A escolhida para me acompanhar no café é a CAYLLEN, uma bolsa transversal média, bem espaçosa, com todos os compartimentos e maravilhosidades da Kipling. Cabe tudo aquilo que é necessário, num espaço compacto e charmoso. É linda né? Nessa cor então, não tem como não apaixonar.

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Praticamente TODO final de semana vou para casa do boy e nada melhor do que uma mochila com espaço para tudo que tenho que levar. A escolhida para isso é a lindeza CLAS SEOUL, com essa estampa deusa – a Kipling arrasou demais com a estampa AUTUMM LEAF -, tem como não pirar nessas folhinhas coloridas? A Clas Seoul é super espaçosa, tem MUITOS compartimentos, vários bolsinhos organizadores e algo que ganhou ainda mais meu coração: compartimento acolchoado para o notebook, nada de ficar tendo cuidado redobrado com medo de bater o note por aí. É linda, é espaçosa, cabe tudo que eu invento de levar para casa do boy… Quero mais o que? Ser correspondente Kipling hahahaha.

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Quanto modelo lindo né? Essas foram as minhas escolhas da linha EVERYDAY para mostrar como as bolsas acompanham meu dia a dia de A-Z. A linha é enorme e tem MUITA coisa maravilhosa, que tal dar um pulinho no site para procurar a que mais se encaixa com o seu estilo? Clique aqui. Com certeza você vai achar alguma! 🙂

Gostou do post? Deixa um comentário falando o que você acha da Kipling e qual linha combina mais contigo. Bora bater um papo…

Beijocas minhas e do Aristides! ❤